ANDRADE JORGE

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Sai à luta no alvorecer
Mil trilhas caminhei,
com a volúpia da juventude incontida
inconfessos braços abracei,
busquei as verdades da vida;
Embrenhei-me em densos cipoais,
deparei-me com a falsa premissa
da ilógica felicidade,
andei no limiar da sanidade,
conheci do flagelo os seus sinais,
rezei Maria na missa,
mas vi o inferno em precipícios fatais,
senti na ponta da espada a dor da justiça,
chorei mil vezes no colo da impiedade,
refletiu-se o soluço da vã procura
na expressão da maturidade,
parei meu cantar, ribalta escura,
sentei-me na fileira da existência,
meu olhar caiu do pedestal,
rolou no vazio da ausência;
E quais são as “verdades” da vida?
Presa na matéria exangue
carne, osso, sangue,
a alma vem num sopro sofrida
pra viver, ser vivida como tal,
se não existir amor
não questione o Superior
se existir, cultive
o vento me diz: “É assim que se vive”.
Não reclame
Ame....

 
   
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