ANDRADE JORGE

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ATRIZ


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Meu castelo, meu sonho dourado,
diamante brilhante, meus ideais,
projetos de um mundo encantado,
vejo agora foram irreais,
alicerçados, construídos
em terreno arenoso,
parede de vidro, telhado poroso,
desabou, ruiu, caiu manso, silencioso,
procurei nos escombros os meus enganos,
os erros do meu plano,
mas o “fog” do destino
continuava presente à minha visão,
cego nada via, nem aqui, nem ali,
andei, rodei nas curvas,
às tontas desisti;
desolado vaguei entre os perdidos,
mergulhei e nadei em águas gélidas, turvas,
iludido embarquei no barco dos esquecidos,
na mão, passagem de ida sem volta,
assim a deriva a solidão encontrou-me então,
sorriu-me e fez-me escolta,
nos caminhos que caminhamos,
nas trilhas que trilhamos,
as marcas, rastros, vestígios
não se apagavam no tempo,
porque a amargura que junto seguia
em cada passo a dor se refazia;
cansado sentei-me à beira do nada,
chorei por tudo que não fiz,
tardiamente descobri infeliz,
que a vida é uma notável atriz,
o que hoje sou,
ela com brilho encenou.

 
   
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