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Gregório de Matos - Seleção de Obras Poéticas (2) Imagem em formato de crculo com a bandeira do Brasil, no site  utilizada para escolhe o idioma Portugus

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(1633-1696)


Gregório de Matos Guerra nasceu em Salvador (Bahia), a 7 de abril de 1633. Filho de português e baiana, freqüentou o Colégio da Companhia de Jesus. Seguindo para a Metrópole, doutora-se em Direito (1661) e ingressa na magistratura, carreira que interrompe para voltar ao Brasil. Mas em 1680 está novamente em Portugal, onde se casa. Nesta altura, já teria feito conhecer seu talento de repentista e zombeteiro. No ano seguinte, retorna à Bahia, casa-se, pela segunda vez, passa a advogar e toma hábitos menores. Levando vida boêmia, e dando vazão ao temperamento satírico, acaba por acender a malquerença em derredor, até que se vê obrigado a exilar-se em Angola. Regressa em 1695 para o Recife, onde falece uma ano depois. Exclusivamente poeta, Gregório de Matos apenas teria publicado em vida um que outro poema. Por isso, a totalidade de sua obra se manteve inédita até os nossos dias, quando Afrânio Peixoto a reuniu em 6 volumes publicados no Rio de Janeiro, pela Academia Brasileira de Letras, entre 1923 e 1933, sob o título de Obras.


(1633-1696)


Gregório de Matos Guerra nasceu em Salvador (Bahia), a 7 de abril de 1633. Filho de português e baiana, freqüentou o Colégio da Companhia de Jesus. Seguindo para a Metrópole, doutora-se em Direito (1661) e ingressa na magistratura, carreira que interrompe para voltar ao Brasil. Mas em 1680 está novamente em Portugal, onde se casa. Nesta altura, já teria feito conhecer seu talento de repentista e zombeteiro. No ano seguinte, retorna à Bahia, casa-se, pela segunda vez, passa a advogar e toma hábitos menores. Levando vida boêmia, e dando vazão ao temperamento satírico, acaba por acender a malquerença em derredor, até que se vê obrigado a exilar-se em Angola. Regressa em 1695 para o Recife, onde falece uma ano depois. Exclusivamente poeta, Gregório de Matos apenas teria publicado em vida um que outro poema. Por isso, a totalidade de sua obra se manteve inédita até os nossos dias, quando Afrânio Peixoto a reuniu em 6 volumes publicados no Rio de Janeiro, pela Academia Brasileira de Letras, entre 1923 e 1933, sob o título de Obras.