SILVIO DUTRA

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A Adoração no Culto Público


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Um Alerta às Igrejas!
Não é nosso propósito aqui discorrer sobre a adoração particular e individual, mas sobre aquela que está relacionada ao culto público, quando há a reunião da igreja.
As verdades básicas relativas ao assunto são desconhecidas da grande maioria dos crentes, e que por ignorância acabam por agir ativamente contra as mesmas, ou então colocando-se passivamente sob práticas que consistem até mesmo em blasfêmia ou abominação a Deus enquanto participam do culto público.
Antes de tudo, a grande verdade central em torno da qual tudo o mais deve girar na adoração pública é que esta deve ser dirigida pelo Espírito Santo, no exercício ordenado e adequado dos dons que ele tem distribuído, conforme lhe apraz, a todos os crentes.
A representação típica desta verdade foi dada por revelação de Deus na forma de instituição do culto público de adoração do Velho Testamento, que consistia nos serviços que eram realizados no tabernáculo e posteriormente no templo. Tudo deveria seguir o modelo que foi dado por ele a Moisés no monte Sinai, e nada deveria ser acrescentado ou retirado do mesmo, isto indicando que tudo deveria seguir o comando do Espírito Santo naquilo que havia sido estabelecido, e não aquilo que fosse da engenhosidade ou invenção dos adoradores.
À vista disso, podemos entender quão longe e contrário está da verdadeira adoração aprovada por Deus, o desejo de se apresentar como cantor nos cultos porque se tem uma bela voz e mero desejo de se apresentar em público (e nenhuma direção do Espírito para isto como sendo ato de culto), ou introduzir ritmos de cânticos que nada mais fazem do que excitar a carne, como funk, samba, rap e outros, quando sabemos que tudo que é carnal é abominado por Deus no seu culto, e que somente é aprovado aquilo que for espiritual, pois Deus é espírito e importa ser adorado em espírito e em verdade, e isto com toda a reverência e piedade.
Não é sem razão que os sacerdotes no Velho Testamento deviam se purificar tipicamente e cerimonialmente lavando-se na pia que ficava defronte ao tabernáculo, antes de oficiarem os seus serviços a Deus.
Deus requer corações e consciências puras para o culto que devemos lhe prestar no Santo dos Santos celestial, conforme se afirma em Hebreus 10.22.
Então, quando a Bíblia fala dos dons e operações do Espírito Santo nos crentes, para o culto de adoração no novo tabernáculo não feito por mãos humanas, mas naquele que consiste no próprio Cristo e nos crentes, como seu corpo, do qual ele é a cabeça, neste edifício vivo e espiritual, feito de pedras vivas, e que é muito mais glorioso do que o culto do passado, conforme o apóstolo afirma em II Coríntios 3.7-11, estes dons e operações são distribuídos para serem usados pelo próprio Espírito, estando nós submissos ao seu querer e mover, de maneira que tudo se faça somente pela sua direção, pois sem a mesma, tudo seria uma grande confusão ou carnalidade no culto público, de forma que se diz que tudo deve ser feito com ordem e decência, naquilo que o apóstolo diz sobre a forma de adoração da igreja: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais,” (Efésios 5.18,19).
Seria de se supor então, que onde o Espirito Santo está dirigindo a todos e a todas as coisas, que haja espaço para brincadeiras inconvenientes em pleno culto público; honrarias por feitos carnais e coisas semelhantes?
Seria admissível que alguém tomasse a palavra para pregar, dirigir louvor etc, não estando no Espírito? Como seria Ele o dirigente do culto neste caso?
O que determina e possibilita então que a adoração pública seja ordeira, em unidade e harmônica, é que todos fomos batizados em um só Espírito e também que todos temos acesso a Deus Pai em um só Espírito, apesar de serem diversos e vários os dons e serviços que Ele reparte aos crentes. E importa então sermos dirigidos por Ele, especialmente no culto de adoração, porque Deus não reconhecerá como sendo Seu aquilo que não tiver a Sua graça e a presença do Espírito. E se não tivermos a Sua direção e o Seu governo em nosso coração, no viver diário, não será de se estranhar que não o tenhamos também no culto público.
"Porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um Espírito." (Efésios 2.18)
Jesus comprou e obteve este favor para nós, pelo qual devemos nos aproximar de Deus, e encontrar aceitação com ele. Somos "aceitos no Amado", Efésios 1. 6.
E todo este acesso que temos por meio do Senhor é segundo a graça, e esta é sempre e somente agida mediante a fé, de modo que quando não estamos na graça pela fé, não estamos em estado de adoração, e toda nossa ação no culto público será hipócrita ou carnal. Quem não vive pela fé não deve portanto se intrometer na adoração pública.
A adoração evangélica dos crentes é o preço do "sangue do Filho de Deus".
“Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!” (I Pedro 4.11)
Existem três coisas que são necessárias para a correta realização dos deveres de adoração do evangelho:
1º. Luz e conhecimento, para que possamos estar familiarizados com a mente e a vontade de Deus, o que ele aceita e aprova, e é designado por ele; para que possamos saber "como escolher o bem e recusar o mal" - como as ovelhas de Cristo, ouvindo sua voz e seguindo-o, não dando ouvidos à voz de um estranho.
2º. Graça no coração, para que haja, neste acesso a Deus, uma comunhão verdadeira, real, espiritual e salvadora, obtida com ele naqueles atos de fé, amor, deleite e obediência, que ele requer; sem o que é em qualquer coisa "impossível agradar a Deus".
3º. Habilidade para o desempenho dos deveres que Deus requer em sua adoração, de maneira que ele possa ser glorificado, e aqueles que são chamados à sua adoração edificados em sua mais santa fé.
Onde esses três concordam, ali a adoração a Deus é realizada de maneira devida, de acordo com Sua própria mente e vontade; e assim, consequentemente, é excelente, bela e gloriosa - Deus sendo o juiz e governante de tudo.
A adoração de Deus não é da descoberta do homem, mas de sua designação que é "a sabedoria de Deus". Não é ensinada pela sabedoria humana, nem é alcançável pelo trabalho humano; mas pela sabedoria e revelação do Espírito de Deus. É tudo divino e celestial em sua ascensão, em sua descoberta; e assim torna-se a grandeza e santidade de Deus. Pois o que é que agradará a Deus, o próprio Deus é o único juiz. Se qualquer outra coisa se colocar em competição com ele, por beleza e glória, será encontrada numa competição muito desigual no último dia. Os crentes têm este acesso pelo Espírito, na medida em que ele permite que eles se aproximem de Deus de maneira espiritual, com graça em seus corações, como ele é o Espírito de graça e súplica. Este é um fim especial para o qual o Espírito é prometido aos crentes, a saber, que ele possa ser neles "um Espírito de graça e súplica", capacitando-os a se aproximarem de Deus de uma maneira graciosa e aceitável, Zacarias 12. 10, 11. E esta é uma parte do trabalho que ele realiza, quando é concedido a eles de acordo com a promessa, Romanos 8. 26, 27: Que os homens façam o melhor possível, eles não sabem quanto ao que devem orar; mas somente o Espírito de Cristo os capacita para todo o trabalho.
É o Espírito Santo que opera nos crentes fé, amor, deleite, fervor, vigilância, perseverança - todas as graças que dão à alma comunhão com Deus em sua adoração - e Cristo torna suas orações efetivas.
Agora, onde a mesma adoração é para ser realizada por muitos, a própria lei da natureza e da razão requer que um ou mais, conforme haja necessidade, deve ir adiante dos demais da assembleia na adoração que eles têm que executar, e seja como a mão, boca ou olhos para todo o corpo ou assembleia. E assim, também, nosso Senhor ordenou, que, em todo o culto público e solene das assembleias do evangelho, deve haver alguns designados para ir adiante deles no desempenho dos deveres da adoração que ele requer deles.
Agora, como as próprias coisas, em que essas pessoas devem ministrar perante o Senhor em suas assembleias, são todas elas prescritas pelo próprio Deus; assim, quanto à maneira de seu desempenho, há duas marcas ou guias para direcionar o todo: - primeiro, deve ser feito de modo a favorecer a glória de Deus; e, em segundo lugar, para a edificação da própria assembleia.
De modo a melhor servir à edificação da assembleia. os santos recebem pelo Espírito, quanto à sua aproximação a Deus, dons e habilidades, dons espirituais para aqueles a quem ele chama para esta obra de ir adiante nas assembleias na adoração de Deus, para que eles possam realizar todas as coisas para a Sua glória e a edificação do corpo, 1 Coríntios 12. 4, 7, 8, 11.
O próprio céu, o lugar sagrado não feito por mãos, é também o templo dos santos sob o evangelho. Os crentes têm em sua adoração um caminho aberto para o Santo dos Santos feito para eles por Cristo, que entrou nele como precursor, Hebreus 6. 20; abrindo-o para eles, também dando entrada nele, cap. 10. 19-21. E quão excessivamente isso exalta a excelência da adoração espiritual do evangelho! Qual foi a glória do templo de Salomão para a glória da menor estrela do céu! Quanto menos, então, em comparação com a presença gloriosa de Deus nos céus mais elevados, para onde os crentes entram com toda a sua adoração, onde Cristo está assentado à destra de Deus!

 
   
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