EMANUELA RUFINO

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Crônicas das dores que não tem remédio.


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Quando criança não gostava de tomar remédios,
Mesmo sendo aqueles com gosto de morango,
Com sabor de quem tenta enganar,
Para ficar mais fácil descer.
Nunca fui de me enganar assim...
E quando ficava dodói, Ahh quando ficava!
Tudo começava com maior carinho,
Para que o remédio fosse tomado:
Histórias de fadas, princesas, sapo na lagoa...
De repente surgia o segundo Passo,
A parte que aterroriza - Se não tomar o Bicho papão vem te pegar,
Então surgia os monstros ...
Sem esperar, chega o terceiro momento,
Cadê as histórias, as conversas...
Cadê?!
E do nada te seguram!
Um segura a cabeça, outro os braços,
Alguém, que já não sei quem, tampa o nariz
E num desespero sufocante você engole.
Não resta outra alternativa ...
Não resta nada além de lágrimas...
Depois de um longo suspiro.
Só resta o amargo do que vem para curar.
Na esperança fantasiosa de criança
Esperei diversas vezes por fórmulas mágicas,
Que nunca chegaram.
Cresci, crescemos...
Rezei em silencio para jamais adoecer.
Descobri, fatidicamente;
Tem dores que não possuem remédios.
Por um momento, me vejo criança
Queria, desesperadamente, somente alguém que me segurasse,
E fizesse tomar.
E sei, simplesmente, não haverá!
Não haverá: histórias, fadas, medos, fantasmas...
Nem sequer mesmo, quem me sufoque!
Estarei ali, exposto ao dilema de querer engolir
Sem ter algo parta tomar.
Daí, mesmo doendo, levanto e sigo.
Afinal, se não existe remédio remediado está.
Friamente, coloco a dor debaixo do tapete
E decido olhar para frente
Na esperança que passe.

 
   
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