ACIR CAIANA

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O COMPLEXO DE DEUS


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O ser humano nasce mudo, cresce surdo e morre cego.
Mudo, porque nasce em um mundo condenado à repetição dos mesmos erros por milênios, negando à vida uma alternativa para que ela possa manifestar-se livremente, sem a obrigação de adaptações traumáticas a ideologias pré-existentes, calando a voz da razão em cada ser humano encarnado desde o seu nascimento, direcionando as inteligências individuais de acordo com os interesses que sustentam e realimentam o sistema responsável pelo gerenciamento da civilização.
Surdo, porque se apequena diante do desconhecido, escutando apenas o que lhe for conveniente para a sobrevivência dentro do mesmo sistema que o cala, ignorando os alertas universais de que a vida racional no planeta Terra é apenas uma dentre infinitas outras formas diferenciadas de interação entre a energia e a matéria.
Cego, porque desencarna tendo vivido uma vida fundamentada principalmente no medo de questionar os dogmas que lhe são impostos durante a sua curta passagem material pelo planeta, negando de maneira arrogante a própria mediocridade diante do desconhecido.
Ele convive diariamente com inteligências racionalmente materializadas em formas sutis, menos densas que a constituição física do corpo humano, denominando-as de espíritos ou demônios, enquanto cultua inconscientemente outras formas materiais inteligentes, denominando-as de Deuses ou anjos, direcionando as principais regras sociais responsáveis pelo controle da humanidade a mandamentos destes últimos; e, mesmo assim, segue negando a existência da vida extraterrestre, acreditando sermos os únicos frutos da manifestação racional da vida em todo o Universo, quando, na verdade, somos apenas manipulados para acreditar nesta falsa verdade pelas mesmas inteligências que nos modificaram geneticamente, permitindo evoluirmos para um estado material capaz de receber um espírito racional, detentor da autoconsciência quanto à sua existência.
Como, em termos universais, a vida material do ser humano é curta, oitenta anos não é o suficiente para entendermos que o tempo não é linear, mas cíclico.
Para compreendermos a ciclicidade temporal seria necessário vivermos milhares de anos, observando a vida humana de uma perspectiva diferente, de forma a sermos capazes de ver o passado, o presente e o futuro sob um único olhar, agrupando a história planetária e as gerações humanas como se o tempo linear não existisse.
Vivemos pouco, enquanto seres racionais, para percebermos que a existência de uma vida humana apenas tangencia a roda da vida, nos dando a falsa impressão da existência do passado, do presente e do futuro, quando, na verdade, os três coexistem.
Somos doutrinados desde o nascimento pelas ideologias que sustentam as bases da sociedade pós-diluviana, o que nos impede de questioná-las.
Nascemos dentro de grupos e quando atingimos a maturidade estamos tão envolvidos naquilo que nos disseram ser correto que simplesmente nos submetemos ao que a história nos apresenta como verdades absolutas.
Somos empurrados para determinada religião, independente das justificativas irracionais que venham a sustentá-la, enquanto um dogma sagrado.
Crescemos com a obrigação de acreditar em contos imateriais utilizados para controlar-nos através da esperança e não paramos para questionar a veracidade dos mesmos.
Instruem-nos sobre Deuses e suas religiões, apresentando-nos regras a serem seguidas no início da vida, alienando-nos irremediavelmente quanto às verdadeiras intenções das instituições religiosas.
Apenas algumas pessoas conseguem, a tempo, questionar esses dogmas e são, infelizmente, excluídas sob as alegações de práticas heréticas ou pecaminosas. Dogmas, esses, que nada mais são do que conceitos pré-estabelecidos para a perpetuação da dominação de nossas identidades, enquanto seres materialmente encarnados.
Proíbem-nos o entendimento da eternidade da vida espiritual, enquanto associam as regras estabelecidas pela religiosidade propositadamente com a política, mantendo-nos submissos a contos messiânicos de salvadores históricos que viveram no passado e retornarão no futuro, enquanto líderes religiosos, comparando essas figuras míticas a líderes políticos, mantendo a humanidade apartada em grupos, convenientemente criados para dividi-la, enquanto difundem a ideia insustentável da naturalidade da liderança, aplicando na política a mesma ideologia da salvação através de um único líder profetizado.
Enquanto isso, manipulam a roda da vida para que tudo permaneça caótico, de forma a alternar denominações religiosas e políticas através do tempo, transparecendo a ideia errônea de que existem mudanças significativas para as massas caso essas sigam determinado Deus ou determinada ideologia política, quando na realidade apenas os grupos idealizadores desses dois dogmas, o político e o religioso, são beneficiados.
Criam revoluções para justificar novas ideologias políticas e guerras para justificar a manutenção da existência dos grupos religiosos através do tempo, mantendo a ideia de que somos seres naturalmente obedientes e submissos, criados à imagem e semelhança de um ser mítico e perfeito.
Fortalecem esses dogmas através da perpetuação do medo e da dependência material, gerando o distanciamento e a alienação humana de uma geração para a outra através do tempo, passando a falsa imagem de que tudo o que foi determinado, assim o foi desde o começo, e assim será para sempre.
Conseguem, com simplicidade, obter o resultado desejado, mantendo a humanidade escravizada, porque sabem que o tempo é cíclico, embora nos façam acreditar no contrário.
Criam regras sociais a serem seguidas e modelos práticos de prosperidade a serem alcançados, resumindo a existência humana à consumação da ideia de que viver é produzir e se reproduzir, enquanto mantêm os espíritos cativos à ilusão de que a existência racional passa apenas por esse plano material, seguindo posteriormente ao desencarne para locais paradisíacos ou infernais, de acordo com as decisões e as atitudes tomadas durante a vida.
Atitudes e decisões que devem seguir cartilhas programadas e pré-determinadas, detentoras dos meios para instituir e pregar o que é certo ou errado, de acordo com o interesse das classes dominantes, aparentemente inexistentes em meio ao caos.
Há de se considerar também o papel da economia como uma terceira condicionante, embora esta seja dependente das demais, visto que o sistema religioso condiciona o sistema político, que, por sua vez, condiciona o econômico.
O homem moderno, ignorante quanto à sua origem e politicamente desinformado, é criado dentro de um sistema econômico falido, tendo a impressão de poder escolher seu papel como parte operacional desse sistema, quando na verdade é direcionado pelas condições a que é submetido desde o seu nascimento para trabalhos condizentes com sua curta história.
Há um mito persistente de que temos escolhas variáveis quanto aos trabalhos a serem realizados, quando na verdade estas são limitadas pela condição aquisitiva do ser em questão.
Criaram-se subdivisões, especializações e novas formas de trabalhar para justificar a sustentabilidade do sistema econômico, mas o que o trabalhador não percebe é que o trabalho remunerado do presente pouco difere do trabalho escravizado do passado.
Mesmo que as torturas físicas teoricamente não existam na sociedade moderna e a liberdade seja exaltada diariamente através da democracia, o ser humano nunca deixou de exercer o seu papel de escravo do sistema vigente, independente do momento histórico analisado.
Observando, em particular, as democracias neoliberais ocidentais sustentadas pelo capitalismo, não somos fisicamente torturados, mas a tortura psicológica tornou-se a prisão do homem pós-moderno, quando observado no ápice da civilização pós-diluviana.
O tempo parece encurtar a cada dia vivido e a modernidade cobra caro pela subsistência.
Vivemos a ilusão do consumismo, existindo para consumir e trabalhando cada vez mais para obter o que a economia vende como o conceito de liberdade individual.
O ser humano perdeu a sua identidade e passou a ser considerado pelo que faz e por quanto consegue acumular de bens materiais, mesmo que estes se apresentem de forma ilusória.
Trabalha-se muito por toda uma vida para que, no final, o legado deixado seja um veículo ou um apartamento, ambos financiados pelas instituições bancárias, peças chaves do sistema vigente, enquanto tem-se a ilusão de que consumir é sinônimo de liberdade e de prosperidade. E, objetivando atingir estas e outras determinadas metas, esquece-se de viver.
A vida moderna transformou-se em um ciclo vicioso de doze horas trabalhadas, quatro horas despendidas com os afazeres diários essenciais à sobrevivência, como a alimentação e a higiene pessoal e do lar, e outras oito horas gastas com o sono e interações sociais artificializadas pelas tecnologias modernas; enquanto a pressão psicológica exercida pela sociedade para que o ser humano atinja a excelência enlouquece silenciosamente os intees do atual modelo social falido a que pertencemos.
Vivemos para produzir e acumular riquezas para a quarta mola mestra do sistema, o sistema financeiro, que somado à religião, à política e à economia, constroem o quadro moderno dentro do qual nos inserimos e sobrevivemos.
Os estados, independente dos regimes políticos vigentes, são financiados pelos bancos, assim como a população civil.
Tudo o que é construído ou adquirido através da troca do trabalho institucional ou privado é ilusoriamente adiantado ao interessado através da aquisição imediata do bem em troca da divisão do seu valor acrescido de juros, o que eleva o valor final a patamares impraticáveis e impagáveis, quando comparado ao custo inicial do que tenha sido adquirido.
Dessa forma, Estados emitem títulos de dívidas públicas, pagando juros para que possam executar seus planejamentos políticos desenvolvimentistas, assim como cidadãos financiam seus bens materiais para que possam usufruir em vida daquilo que o sistema considera essencial, assumindo dívidas, por vezes, impossíveis de serem quitadas, acometendo no resgate futuro dos bens utilizados por esses cidadãos pelo sistema financeiro.
Para completar o quadro, lembrando termos passado pela religião, pela política, pela economia e pelo sistema financeiro, a quinta mola mestra vem com a imprensa dita livre, responsável direta pelo controle das massas através do medo e da desinformação, obedecendo aos comandos das lideranças do mundo financeiro, ditando ao ser humano padrões de comportamento, enquanto vendem as ideologias que lhes são convenientes.
No final, o ser humano, ignorante e limitado, vive para sustentar o sistema financeiro, que vende ilusões aos cidadãos e controla politicamente os estados ditos independentes, assim como suas economias e organizações sociais.
Dessa forma, chegamos a um cenário caótico em que trabalhamos para pagar juros a banqueiros, seja através dos financiamentos adquiridos durante a vida, seja através dos impostos coletados pelos estados, enquanto instituições, e direcionados para o pagamento das dívidas públicas, enquanto o cenário geopolítico caminha celeremente para o caos.
Culpa do ser humano, seja pela falta de opção, seja pela desinformação.
Quando, no passado, abrimos mão da história contada pelas antigas civilizações pré-diluvianas e transformamos ocorrências verídicas em mitos, criando a mitologia, permitimos inconscientemente que o engano quanto à nossa história tomasse forma.
Quando textos históricos foram apartados, modificados e transmitidos como ideologias sagradas geração após geração por milhares de anos permitimos que as mentiras contadas fossem transformadas em verdades dogmáticas, inquestionáveis por consequência.
Nesse momento permitimos que a verdade sobre a criação do Homo sapiens através da modificação genética do Homo erectus fosse encoberta pelo mito da criação divina.
O ser humano, doutrinado constantemente pelas religiões, tornou-se ignorante o suficiente para acreditar ser a única manifestação material e racional do espírito em todo o Universo, sendo convenientemente afastado da sua verdadeira origem material, enquanto os seus criadores continuaram controlando a criação através de emissários empossados em cargos políticos para esse determinado fim.
Com o passar do tempo, a história dos astronautas antigos e da criação do Homo sapiens para mão de obra escrava, contada através dos hieróglifos sumérios, foi subjulgada pela exclusão consciente dos papéis dos demais Deuses dos textos históricos, contando apenas a história daquele que seria a herdeiro legítimo do trono em seu planeta natal, assim como o responsável pela administração e controle da criação do homem racional no planeta Terra.
Dessa forma, a história encontrou o dogmatismo através dos textos antigos, que passaram a ser considerados sagrados e a mitologia foi criada para negar a existência dos demais clãs existentes à época da criação do Homo sapiens por uma raça extraterrestre superior, enquanto os reais motivos do eterno conflito entre o oriente e o ocidente perderam-se no tempo e, com eles, a verdadeira história da criação da humanidade.
O homem passou a coexistir com o complexo de Deus, imaginando ser uma criação divina e sagrada, quando na verdade sempre foi um produto destinado ao trabalho escravo.
E, através desse complexo, sendo doutrinado por milhares de anos como um ser criado à semelhança de um ser divino, ignorou a mentira contada nos textos sagrados atuais, meros resumos da verdadeira história dos Deuses antigos e da humanidade, aceitando os dogmas perpetrados como verdades absolutas e o controle imposto pelas religiões como caminhos concretos para uma suposta salvação eterna, perdendo o foco quanto à verdadeira natureza da existência espiritual.
As religiões, ao manterem esparsos relatos da existência divina, e escolhendo contar a história de apenas um dos Deuses antigos, o legítimo herdeiro do trono; criaram o mito da existência de uma luta eterna entre um Deus bom e outro mau, levando a humanidade a acreditar na dualidade da existência, ocultando dos espíritos encarnados as verdades universais, mantendo o espírito preso às tramas terrestres e às suas consequências, que nada mais são que repetições das lutas e dos conflitos materiais e psicológicos vividos no passado pelos mesmos Deuses, ditos mitológicos, que de sagrado não têm nada.
A humanidade escolheu a ignorância, quando aceitou a doutrina religiosa, e através desta permitiu ser controlada pelo medo de um castigo eterno, deslocando-se do real objetivo da encarnação, que é o aprendizado.
Naquele momento, quando fechamos os olhos para a realidade, aceitamos viver as consequências presentes advindas dos milênios de subjugação a que fomos submetidos.
Na realidade, vivemos na atualidade as consequências da luta histórica entre os dois principais clãs conflitantes dos Deuses antigos, uma guerra eterna para o nosso padrão temporal.
Existimos paralelamente a fatos religiosos e políticos forjados de acordo com o interesse desses dois principais clãs, lutando a mesma guerra proposta há milênios atrás pelos mesmos.
E, das religiões e seus dogmas até à instituição dos primeiros regimes políticos, trazendo com o tempo as repercussões econômicas e sociais, tudo converge para o início da história dessa civilização pós-diluviana e para o mito de Adão e Eva, de Jesus e Lúcifer; ou melhor, de Hórus e Seth, de Enlil e Enki, se assim for conveniente para a visualização dos fatos descritos sob a ótica das civilizações pré-diluvianas.
O fato é que vivemos uma encenação que tangencia a realidade universal, criada para manter os espíritos encarnados no planeta prisioneiros da violência e de todos os sentimentos negativos oriundos da mesma, negando a verdade aos que por aqui transitam quanto ao verdadeiro funcionamento da energia universal, independente de qualquer plano material reencarnatório.
É triste a constatação que toda nossa história é uma mentira, enquanto civilização, assim como é sofrível o entendimento de que, independente das instituições a que nos submetamos, seguimos operando dentro do papel para que fomos criados, o de escravos.
Seguimos escravizados pelo sistema criado pelos Deuses há milênios atrás, assim como lutamos a mesma guerra criada por eles, e não aceitamos perceber isso.
É tão simples que se torna ridículo, quando observado sob o ponto de vista cíclico do tempo, e não linear.
Criaram o mito da luta entre o bem e o mal, empossaram reis de sangues divinos como delegados humanos e doutrinaram as massas, como se o mito fosse verdade, durante milênios, utilizando a civilização como mão de obra para a obtenção do que realmente é importante para eles, as pedras e os metais preciosos.
Viveram entre suas criações por centenas de milhares de anos e afastaram-se do convívio com os humanos, mortais, após o último dilúvio, deixando para trás profecias futuras a serem concretizadas, quando sabiam que, sendo o tempo cíclico, o passado repetiria o futuro, uma vez terem presenciado por inúmeras vezes os cataclismos terrestres, entendidos atualmente pelos seres humanos como acontecimentos apocalípticos.
Mantiveram-nos cativos, psicologicamente, por gerações, até o presente momento, quando retornam para tomar, novamente, o poder relegado a seus reis empossados; e o controle da humanidade, mantida na ignorância quanto às suas verdadeiras identidades e propósitos por milênios.
Apenas revivemos no presente o que os Deuses, nossos criadores, presenciaram por inúmeras vezes no passado, quando da aproximação do seu sistema planetário do nosso sol.
O planeta Terra renova-se ciclicamente. Essa é a verdade científica.
E, observando o tempo sob o ponto de vista cíclico, tudo o que existe no planeta é materialmente renovado de tempos em tempos, exterminado civilizações e culturas, permitindo que novos dogmas sejam estabelecidos aos remanescentes para que sigamos obedecendo aos interesses desses Deuses.
Portanto, independente da cronologia histórica da civilização, após a reorganização geológica do planeta, teremos a repetição no futuro do que aconteceu no passado, enquanto tudo o que construímos ou destruímos nos últimos milênios será esquecido, para que uma nova civilização floresça com seus novos dogmas religiosos, políticos, econômicos e sociais.
A questão proposta, portanto, é a libertação dos fatores condicionantes terrestres e de toda a negatividade resultante dos mesmos, uma vez que estes são transitórios e repetitivos, para que o ser humano entenda que o espírito, enquanto energia materializada, persiste vivo após o processo de desmaterialização, alinhando-se universalmente a uma nova forma material de acordo com a sua frequência vibratória.
É necessário o entendimento de que o sistema instituído para o controle espiritual no planeta Terra visa manter a nossa vibração energética baixa, alinhando-a com sentimentos de carga negativa, para que não consigamos escapar das armadilhas criadas por nossos controladores.
Dessa maneira, agimos instintivamente ao que nos é apresentado pela sociedade de forma inconsciente, vibrando negativamente e potencializando os efeitos criados pela prisão mental idealizada para que não notemos que devemos, mesmo encarnados em formas materiais de baixa frequência, vibrar mentalmente em uma frequência superior.
Pensar positivo é criar positividade e essa é a lei universal.
Sentir positivamente o pensamento é potencializar e acelerar a manifestação do mesmo.
E todo o resto é história a ser esquecida futuramente, quando um novo ciclo temporal for iniciado ou finalizado a critério das forças universais que regem os ciclos temporais astrais.
O que o homem moderno precisa entender é que ele não pertence a nenhum Deus, sequer a qualquer sistema ideológico criado por essa ou qualquer outra civilização.
Deve, antes de tudo, aceitar que a matéria nada mais é que energia concentrada e que essa energia emite ondas eletromagnéticas.
Embora encarnado e materialmente constituído no planeta Terra, ele é um ser livre, constituído de energia; e consequentemente possui o seu próprio campo eletromagnético corporal, que interage com o ambiente universal através da emissão de ondas vibratórias, sendo a frequência o número de oscilações de onda contabilizado.
E quanto maior a frequência vibratória, mais elevada estará a consciência responsável pelo comando do campo eletromagnético corporal.
O ser humano deve entender que todo o sistema criado para o controle da civilização com seus dogmas e ideologias visa manter essa frequência vibratória baixa, manipulando as emoções e sobrecarregando o subconsciente humano negativamente através dos mecanismos sociais vigentes.
E estamos tão envolvidos pelo sistema, incapacitados mentalmente por essa sobrecarga de energia negativa, que sequer tentamos controlar nossa frequência vibratória.
E controlar essa frequência é o segredo para a libertação espiritual, ou energética, da matéria.
Os pensamentos criam a sua realidade, portanto pensar positivo é vibrar positivo, mesmo que a sua matéria esteja circundada por vibrações negativas.
Pensando, visualizando e vivenciando afirmações positivas o ser humano será capaz de escapar da grade negativa criada para o aprisionamento da sua racionalidade e criará a sua própria realidade positivamente, mesmo em meio a um mundo negativamente coordenado.
Mas, infelizmente, fomos doutrinados por tanto tempo na negatividade que o simples ato de pensar positivo em tempo integral é automaticamente recusado pelo cérebro racional.
Ele não foi treinado a materializar seus pensamentos positivos, apenas a receber e responder aos constantes impulsos negativos gerados diariamente pelos sistemas religiosos, políticos, econômicos, financeiros e sociais desta civilização falida.
Portanto, observe suas ações, acalme-se, assista a seus pensamentos e controle-os.
Liberte-se dos pensamentos inúteis, não julgue, não questione, desapegue de posicionamentos e seja humilde.
Substitua aqueles pensamentos erráticos que invadem a sua mente por visualizações positivas e entenda o mundo como uma possibilidade de melhoria, mesmo que tudo ao redor pareça demonstrar o contrário.
Dessa forma, o Universo responderá automaticamente às energias emitidas pelo seu cérebro, criando uma nova realidade, alternativa àquela em que você foi envolvido desde o nascimento, materializando um novo mundo, sobreposto ao anterior, evidenciando que tudo o que lhe é imposto como verdades absolutas não passam de ilusões, sejam estas manifestadas em oitenta anos ou oitenta milhares de anos.
Permita, por fim, que o espírito alinhe-se à natureza de forma concreta, abstendo-se das ilusões tridimensionais criadas para o seu aprisionamento e retorne conscientemente ao passado, antes da chegada ao planeta dos nossos Deuses, reencontrando o ensinamento universal da manifestação energética através da matéria, descobrindo a flor da vida.
Mas essa é outra história...

 
   
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