VIVI ASSIS

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Ambulância de guerra


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Tens histórias para contar
Ah! Se pudesses chorar
Histórias tristes
Soldados feridos
Em guerras vãs
Vaidades
Amores deixados
Saudades

Conte-me como fora
Levado meu sonho embora
Em dores agudas e sangue
Em bombardeios
Em gangues
Em noites com clarão
Não de luar, mas de explosão

Conte-me como fora
Tomado o viver do amado
Com o olhar marejado
Lembrara ele de mim
No momento em que tivera
Os últimos pensamentos
Antes do falecimento

Talvez seja melhor sonhar
Que tudo acontecera
Como nos filmes de guerra
Na vida como cinema
Com bonitas trilhas sonoras
Amenizadas a dores
Das tuas doces senhoras

Sonhar que és herói
Meu coração destrói
Morto, abatido, exaurido
Numa guerra infame
Que não é minha
Nem sua
Do cenário mundial, certames

Apenas queria de volta
O homem
Que a vida me dera
Não o soldado abatido
Em continência, devolvido
Quisera nem ter sido enviado
Como um nobre soldado

Apenas quisera que foste
Enviado a mim com amor
E não como fora enviado
Com ódio no coração
Que nem sabemos do quê
No coração da nação

Foste abatido
Amado
Por outro pobre soldado
Que ao contrário de ti
Espero que tenha chegado
Aos braços dos seus amados

Agora tudo que faço
É sonhar
Com um mundo novo, um lugar
Sem limites ou barreiras
Onde aquele outro soldado
Não passa de igual ser humano
Um amigo bem achegado
Nada de tiros ou brados

Onde ninguém mais tenha
De sua vida arriscar
E assim sacrificar
A sua vida, seu lar
Por limites egoístas
De amor nacionalista
União

 
   
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