JOSÉ ALBERTO GABRIEL RIBEIRO

 -  - JOSÉ ALBERTO
Total Visualizações: 941
Texto mais lido:
MULHER - Total: 220
Educares são nossos pontos, nossa pontuação! Educares: 334
10 Autores mais recentes...
VALDINEI DA SILVA CAMPOS
MILTON JORGE DA SILVA
CELSO GABRIEL DE TOLEDO E SILVA
MARIA DE SOUZA CEZAR
EVERALDO JOSÉ CAVALHEIRO PAVÃO
JOSE JOÃO BOSCO PEREIRA
RUAN VIEIRA
FERNANDO DANIEL FRANCO DE CAMARGO
ELIAS OLIVEIRA DE JESUS
MARISA BARBOSA CAJADO
10 Autores mais lidos...
613 SEDNAN MOURA
SEDNAN MOURA
Total: 1452239
285 ALEXANDRE BRUSSOLO
ALEXANDRE BRUSSOLO
Total: 248607
190 DIRCEU DETROZ
DIRCEU DETROZ
Total: 122921
272 PEDRO VONO
PEDRO VONO
Total: 112056
1121 THALYA SANTOS
THALYA SANTOS
Total: 90534
622 EVANDRO JORGE DO ESPIRITO SANTO
EVANDRO JORGE DO ESPIRITO SANTO
Total: 53945
218 ZILDO GALLO
ZILDO GALLO
Total: 33216
496 ALBERTO DOS ANJOS COSTA
ALBERTO DOS ANJOS COSTA
Total: 31267
189 LADISLAU FLORIANO
LADISLAU FLORIANO
Total: 30028
385 ANDRADE JORGE
ANDRADE JORGE
Total: 25768
Sala de Leitura
Busca Geral:
Nome/login (Autor)
Título
Texto TituloTexto



Total de visualização: 166
Textos & Poesias
Imprimir

Total Votos: 1
DICA: Utilize o botão COMPARTILHAR (do facebook em azul) ou o LINK CURTO que disponibilizamos logo abaixo desse botão para compartilhar seu TALENTO nas Redes Sociais, compartilhando com mais fãs e leitores de toda parte do Mundo Virtual. Esse recurso foi desenvolvido para ajudar na divulgação de seus textos. USE SEMPRE QUE DESEJAR!
  Anote esse link curto de seu texto e divulgue nas redes sociais.

Crianças


*** Faça o seu Login e envie esse texto por email ***

Crianças

De uma inocência tão sua,
Inadvertida crueldade,
Como a noite expõe a Lua
Fala a criança a verdade.

De sorrisos inocentes,
Vão orgulhando os seus pais,
Que com olhos reluzentes,
São golfinhos em mortais.

Que guardiões da justiça,
Inspectores de pormenores,
Com uma astúcia castiça,
Andam eles nos seus labores.

As crianças são o Mundo,
São o mar, a terra, o ar,
São o olhar mais profundo,
Seu mais belo respirar.

E quão vil e desumano,
É uma criança magoar,
Religioso ou profano,
De quem desconhece o amar.

Um arco-íris cobrindo,
O algodão doce na mão,
A criança vai sorrindo,
Tem alegre o coração.

E quem rouba a infância,
De uma criança tão casta,
Merece pena de morte,
Pena mais branda não basta.

No infantário da vida,
Repugna-me, mete-me asco,
Crianças postas em perigo,
Morte em Allepo ou Damasco.

Com escudo de um sentimento,
Pelo Mundo partilhado,
Que lhes sorria o futuro,
Que enterrem o passado.

E num voo salvador,
Numa bem-aventurança,
Que se afaste todo o mal,
E se salve uma criança.

José Ribeiro

 
   
Comente o texto do autor. Para isso, faça seu login. Mais textos de JOSÉ ALBERTO GABRIEL RIBEIRO:
A Carta do Adeus Autor(a):
Crianças Autor(a):
Donzela Autor(a):
MULHER Autor(a):
Poesia Autor(a):
Sete Pecados Mortais Autor(a):