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ALBERTO DOS ANJOS COSTA

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Âmago - parte 4

O que somos afinal?
Bênção divina florindo o jardim!
A erva daninha que usurpa seu igual!
O aleatório começo que conhece o seu fim!

Somos a virgem desvirginada;
somos a paixão em ciúme;
somos a estátua despedaçada;
somos o casamento em azedume.

Somos suicidas em potencial,
com sofrimentos ferindo forte!
Somos o paradoxo enaltecendo o mal,
Um sopro jogado à própria sorte!

A vida é uma odisseia,
de revezes e de conquistas!
É uma sombra que passa!
É uma estrela cadente!
É uma vitória temporária!
É uma chuva complacente!
É uma gota no oceano!
É um grão de areia do deserto!
É um meteoro que vagueia,
sabendo que o seu fim é certo!

Somos a obra escatológica;
somos a política mercenária;
somos a imunidade da escória;
somos a traição incendiária.

O que somos afinal?
Paradoxos em dicotomia!
Corações em arritmia!
Mentes em despautério!
Espíritos em deletério!
Animais em desrazão!
Sensibilidade em extinção!
Almas trilhando errantes!
Incastos seres beligerantes!

Somos o estupro abominável,
fixando trauma e aflição;
somos a pedofilia execrável,
deixando almas em prostração.

Somos a chuva laureada;
somos a terra em alegria;
somos palavras interpretadas;
somos momentos de utopia.

Ventos que cantam e sopram o ar em poesia,
brisa acarinhando nossos sentidos em estesia,
ventania que mostra sua energia pujante,
atmosfera benquista, benigna e relevante.

Somos a serpente escamoteada,
assentando ódios bem profundos;
somos a raça eleita estigmatizada,
patrocinando mortes neste mundo.

Somos o que desejamos ser;
selvagens domesticados,
que matam a bel-prazer.

Nossas derrotas e vitórias!
Nossas bondades e maldades!
A vida é misteriosa história,
que se escrevem por nossas vontades!

Como podemos nos sentir envergonhados,
se o sistema cria em nós o desonrado!
Como podemos nos achar tão imperfeitos!
se nossas boas ações mostram nosso respeito.
Somos a consciência em aflição,
com incertezas e castigos em nosso viver!
Afã de fazer injustiças com as próprias mãos!
A inexorável certeza é que vamos morrer!

Oh, vida!
De tantos caminhos e atalhos!
Muitas vezes nos desviamos,
por interesses salafrários.

Como podemos ter inspirações e vontades,
se o tempo passa sem descobrirmos o que é a verdade!
Como podemos não nos sentirmos desiludidos,
se quem amamos partem para um frio jazigo!

Esperanças que não devem ser sepultadas!
Humanidade de boas ações exaltadas!
Otimismo que não pode ser esquecido!
Um mundo que não deve ser embrutecido!

Somos também o efusivo amor,
cintilando ígneas emoções,
vivenciando átimos de esplendor,
pela bondade em corações!

Ah! O amor!
Que sucumbe rancores!
Que professa o perdão!
Que abraça pecadores,
pela misericórdia e compaixão!

Ah! O amor!
O sempre verdadeiro e sincero amor!
Esquecido! Desprezado! Olvidado!
A percepção é de que escolhemos a dor,
para um mundo que hoje é tão vilipendiado!

Estamos nesta odisseia,
em que o tempo nos vê passar;
vivemos e não temos ideia,
de quando o fim irá chegar!

Oh morte!
De inefável mistérios e tétrica comoção!
Transforma em nada o que era crível e relevante!
Suprime encantos expulsa castigos e enterra a emoção!
Quinta-essência quebradiça pulverizada num instante!

De mãos vazias viemos!
Com as mãos vazias partiremos!
A vida foi um mar de ilusões!
Grãos de areia levadas pelo vento,
que sentiram lindos momentos,
que experimentaram sofrimentos,
que conheceram frustrações.

 
   
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