TÂNIA DU BOIS

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ARTE: Discussão Literária

Com certeza, passamos por transformações, mas, a questão da literatura ainda está arraigada entre o leitor e o escritor, fosse mera discussão literária, momento de abrir portas e manifestar a opinião. Dar som à voz para marcar a visão crítica da história.
A questão principal são os escritores que marcaram seus tempos e, por vezes, precisam ser resgatados para serem lembrados; porque ficam escondidos onde se reconhecem e se encontram consigo mesmos e com suas próprias histórias.
Ao juntar o prazer e o conhecimento, direciono o olhar para a porta, que está iluminada, eis que mostra o que ficou da mente de cada autor. Por exemplo, W. B. Yeats, que marcou o seu tempo com a sua última prosa poética, Purgatória, no ano do seu falecimento, 1939. São textos que expõem seus ideais políticos, filosóficos e religiosos. A publicação desses textos na época foi como um “relâmpago” partido ao meio, pelas transgressões das expressões, que suas ideias continuam atuais. Por consequência, o sonho prosseguiu e permanece, tornando-se o cenário de expressões que se transformaram, no decorrer do tempo, em novas imagens. Yeats pergunta, “há alguém aqui além de nós?”
Diante da porta aberta, vejo a descoberta instalada entre diferentes formas de escrita. A imaginação passeia pelo tempo trazendo a diferença na vida que precisa ser abordada em novas releituras e, assim, criar situações que não roube o nosso “precioso” tempo.
O desejo de reler certa obra é ideia que costuma ficar no pensamento e, muitas vezes, faz parte da rotina no descobrir mais e mais sobre esse ou aquele escritor como, por exemplo, a poesia de Álvaro Moreyra, Roberto Piva, W. J. Solha, Orides Fontela e Leila Míccolis, que não fazem concessão aos argumentos e mostram suas “caras” através de estilos imersos no mundo dos sentidos. Assim, tenho a oportunidade de sentir o “tempero” de cada autor, descobrir os seus talentos que alimentam a minha imaginação.
Isto equivale dizer que, ao trazer de volta a discussão literária, trago a cena entre autores, textos e tempo, que marcaram seus círculos e o ulterior desenvolvimento da poesia ligado à visão crítica, já que eles descrevem as diferenças e plantam a inquietude como artefato na poesia e, com liberdade, deixam suas marcas onde o tempo se desdobra.
Isto é, ao resistirmos na possibilidade da impossibilidade, na tensão da vida prática; no desassossego das esperas, no movimento do trânsito e pararmos de perguntar sobre as horas, abriremos a porta que irá além do tempo, na possibilidade de pensar além pela força da arte, conduzidos pelos sentidos como expressão última do autor. Comparo o ontem com o hoje, tenho consciência para me posicionar de maneira crítica e a liberdade para atravessar a porta e escolher quem quero ler. Se isso me deixa feliz, por que não fazer? Hoje, avalio o tempo onde a liberdade era “sonho” para ser espalhado pelo caminho das artes ao revelar o “simbólico” da vida. Ainda em Yeats, encontro que “... Portas se abrem, portas se fecham, / Noites vão, dias vêm; aqui e acolá, / Por montes e vales, eu carrego essa mala, / Ouvindo sua fala...”.

 
   
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