PAULO FONTENELLE DE ARAUJO

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AMO A VIDA COMO WALT WHITMAN

Nada de mau pode acontecer
quando se ama a vida.
Amar o momento,
da orquestra
quando os músicos estão prontos.
Nada de terrível pode vir
quando se deseja a vida.
Abro a janela,
no céu noturno passa um balão luminoso,
carrega uma faixa onde se lê:
“Não a violência!”
Mas nada de ruim pode ocorrer,
quando surge o amor à vida.
(Quero poder expor meu afeto,
da paixão que faz a curva no tempo,
que me acorda de um sonho doce,
que me traz você
e tão delicados suspiros).
Eu sei,
mas nada pode queimar, furar.
Não há zunido que nos afete
quando se encontra o amor à vida,
o amor possível de localizar
na beira do rio, no som do brinde
do cristal mais novo,
no som do brinde que comemora
as bodas de prata
do novo casal.
Então quero sair contigo
porque nada de perverso pode ser visto,
quando se nota a semente do apego ao mundo
quando há uma dedicação ao ofício de viver
se a inveja do amor à vida não pode matar.
Sigamos os trilhos
do trem para todas as cidades
onde leremos as placas de "Bem Vindos"
e sempre seremos bem recebidos.
Já amamos a vida
e tudo se contornou
até a falha da morte
de entes queridos,
até os dias incertos
que constam em calendários.
E se há registros de incertezas
agora tão perfeitas
foi porque o amor surgiu como parte
da nossa orgia de viver.
Sim, não há danos
quando se ama a vida.
Sempre comprovo este amor,
sinto a área de transferência a você,
amo a tua vida, minha esposa com seus castelos,
a vida do meu filho que abraço agora,
a vida da minha filha adolescente
que imagina uma cena de amor completa.
Não deixo de imaginar também.
Amo a vida como Walt Whitman.
São cinco da manhã de um domingo de amor.
O maior domingo desta parte do Ocidente.

DO LIVRO: AS SONDAS ESPACIAIS AMAM

 
   
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