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O Cavaleiro da Floresta de Prata/ [Coleção Contos Livro II] - Total: 318

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O Cavaleiro da Floresta de Prata/ [Coleção Contos Livro II]


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[Primeira Parte]

A honestidade nos leva a qualquer reino.





- Apressa Lionel, vamos chegar atrasado!
- Estou selando o cavalo senhor.
- Rápido, não temos o dia todo. – Vá chamar os outros, vamos à Arcadiun.
- Sim senhor.
Arcadiun possuía os tesouros de todo o reino. Daí o nome para floresta de prata. O rei com instintivo dominador compilava com uma mulher para enfeitiçar a passagem da entrada para o reino. Os cavaleiros pertenciam a povos que trabalhavam e lutavam por eles. E nenhuma ameaça do rei seria relutante.
Mas, aquele dia o rei ordenara ao seu guardião fiel que se pusessem a frente de uma batalha. Juntariam seus melhores homens para terminar de vez com os cavaleiros da floresta de prata. E assim, possuiria de vez todas aquelas terras e pouparia trabalhos de se preocupar com alguns homens.
Lionel não era um homem forte e troncudo ao parecer dos outros que ficavam elegantes sentados nos selvagens cavalos de guerra. Ele apenas controlava o tempo e determinava suas lutas com força de espírito e assim motivava todos com sua destreza e agilidade. Com um pouco de coragem.
Lionel M. T. como chamavam. Já que ele simplesmente concluía sua missão. Não temia a morte nem as longas batalhas ordenadas pelo rei para se afastarem das terras que um dia nasceu e viveu por elas.
As terras pertenciam a todos e a densa floresta de prata não iria ser parte de sua luxuria e escavações, para satisfazer um único desejo de seu tio de deteriorar antigas árvores para construir uma arena de entretenimento para diversão e matar homens condenados.
Na floresta de prata havia homens dispostos a lutar e mesmo que todos morressem nessa batalha, poderiam dizer que tentaram salvar o coração de seu mundo. Que a morte seria melhor do que viver para olhar a satisfação de seu rei.
Muito tempo antes de seu tio se interessar pelas terras dessa reserva sagrada em tudo se achava tranquilidade e os cavaleiros lutavam por ideais menos favoráveis. Como manter as pessoas longe de perigo e dos maus homens que percorriam toda a região. O rei não media esforços para ajuda-los. Era um homem bom e prudente. Mas, as frequências visitas de Lombardi Morris havia deixado marcas naquela realeza. E todos sofriam por essa mudança descontrolada.
As mulheres e crianças estavam sendo vítimas de sua perversidade. Os trabalhadores não ganhavam o merecido pelos seus esforços. Os animais sofriam. Tudo sofria. Estava sendo um tempo de privações, carências e escassez. Era tempo de mudar. De tentar lutar e ser digno. O rei devia abrir os olhos e voltar ser o homem vívido, honrado e virtuoso na qual fora por tantos anos.
Jonas se juntou aos outros onze e foram com Lionel para o reino de Nabuco Dantes Morris. O rei de Arcadiun.
Todos os cavaleiros saíram apressadamente para uma missão na qual poderiam falhar. O guardião do rei os esperaria com seus homens e suas espadas. Sedento de entregá-los ao seu rei. Mortos.
Mas, Lionel tinha uma carta na mão que ninguém sabia qual poder ele exercia sobre o rei. E se ele ousasse citar em público, todo o seu valioso apreço desmoronaria.
Ele sempre guardou esse segredo pelo preço mais caro que podia pagar. E com ele esse segredo poderia morrer.
Como as adversidades do rei e a carência de estímulos que lhe aplicavam no momento. Seria a ocasião perfeita para empurra-lo à parede e faze-lo ver a verdade.
Ele era um bom homem e Lionel respeitava suas decisões. Mas, com o passar dos anos. As pessoas deixaram de ser tão importante quanto o resto de sua vida e parentes nobres. Os vinhos e suas roupas passaram para primeiro plano, os caprichos de seu tio e sua falta de liderança estavam por um fio de que sua falta de capacidade pudesse influenciar em sua derrota.
Ele não se dava conta que poderia perder a coroa. Morto pelas mãos de quem mais confiava. E Lionel tinha o dever de ajuda-lo mesmo contra sua própria vontade.
Cavalgaram por um bom tempo até se cansarem e descerem para descansar um pouco os cavalos e beberem água. Logo após o rio estava a prestigiosa terra. E a floresta a noite era perigosa. Tinham que descansar e ficar despertos quanto às ciladas. E emboscadas que os caçadores inventavam para pegar animais. Raramente saíam vivos.
Descansaram e continuaram a cavalgar e beirar o rio. Os cavalos ficaram agitados e não queriam continuar.
- Pare! – Disse Lionel. – Não continuem.
- O que houve? – Exclamou Daniel.
- Armaram alguma cilada ou...
E a primeira flecha veio de dentro da água.
- Afastem! – Gritou Pedro que beirava a margem.
E a flecha sumiu voando por cima das cabeças deles.
- Nós não vamos voltar se é que querem. – Gritou Lionel. – Preciso antes falar com seu rei. – Antes de atirarem flechas ao vento e a traição. – Seus covardes.
- É. – Mostrem-se seus medrosos.
As flechas pararam e de dentro do rio saíram dezenas de homens comandados por Irineu de Carpelo. O guardião do rei. O homem mais terrível e temível que conheciam.
- Então é assim que lutam? – Argumentou Lionel.
- Não deem um passo mais. – Essa luta nem deve existir. – Coagiu um dos homens.
- Por que não?
- Não dá nem para o começo. – Gritaram.
- Sim. Vocês estão em contrapartida. Nós morreríamos se tentasse, mas imploro que tenha que falar com seu rei.
- É rei de todos aqui.
- Não meu.
- Fomos mandados para vigiar a entrada e não levar mensagem.
E então Irineu apareceu detrás das árvores lá trás, sentado num cavalo preto a rigor.
- Preciso falar com o rei. – Gritou Lionel.
E Irineu deu passagem liberada num aceno de mãos.
Toda a vida foram amigos. Só não puderam continuar por causa das formas incessantes de conduta que o rei ordenara dele em repudiar seu amigo de infância, em troca de proteger sua família em caso de guerra e essa atitude dele fazia se trancafiarem toda a vez que se viam.
Lionel ria por dentro e por fora em acreditar que seu amigo temido e terrível confiava naquela promessa. Naquelas alturas, o rei já teria mudado mil vezes sua forma de pensar. Só não pensava alto.
Com todo aquele desconforto, Irineu pediu para liberar a entrada, mas confiou plenamente que Lionel não ia decepciona-lo mais tarde.
E todos os cavaleiros seguiram para Arcadiun. Numa missal desconhecida porque só Lionel tinha em mente o que dizer para o rei. E ele ia dizer antes que fosse tarde demais.
Seguiram, desta vez sem medo de emboscadas. Todos estavam juntos. Por mais que eram inimigos declarados, naquele momento fora ordenado para um cuidar do outro até o castelo. E as ordens do senhor Carpelo tinha que ser ouvida, gostasse ou não.
Ajudaram a atravessar os cavalos e foram. Do outro lado tinha a sinuosa terra na qual as brigas eram despontadas. Sob as terras que pisavam guardavam o tesouro de todos. A harmonia do planeta e a vida das folhagens. Largos espaços contendo árvores que sequer sabiam sua idade. E Lionel amava aquele mundo que para ele tinha que ser intocável. Havia vida lá dentro, bastava seguir suas trilhas para sentir todo aquele universo prateado por onde as luzes atravessavam bisbilhotando os mais diversos cantinhos.
Naquele mundo Lionel tinha o controle e ninguém imaginava sua habilidade. Ele se mantinha um protetor de Pan em segredo pela fauna e pela flora. E era só ele colocar os homens nos lugares sugeridos para acabar com cada um deles.
Até a chegada para o castelo não haveria um só homem, apenas Irineu de Carpelo.

 
   
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