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NINHOS AO MEIO-DIA


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Os sons vinham da alameda
eram você.
O baque distante, a cigarra ao meio-dia,
soltavam um estalo de ti.
A ambulância
alardeava tua presença,
e anunciava:
amores de emergência
não respeitam a lei do silêncio.

Lembrei-me de nossas conversas.
Fui eu que me tornei soturno,
pois o meu isolamento de anos
era algo rude,
ruim,
intenso.

No entanto, pássaros cantavam sobre os ipês.
Sai da alameda
e pensei em ninhos.
Pensei em ti e em mim.
Pensei em pedras
e em ovos crepitando ao relento

DO LIVRO: BORBOLETAS NOTURNAS NÃO EXISTEM

 
   
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