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CENA

Por Andrade Jorge

Parecia que todos os “ais” estavam ilhados naquela mesa,
transparentes em cada ponta de cigarro no abarrotado cinzeiro,
e solitária a cadeira ainda refletia a face lívida, tesa;
Impassível a vida encenara mais um ato inteiro.

“Flashes” das cenas cujos atores
desnudos do calor do texto,
sorveram da garrafa do nada meio copo de dores,
e se embruteceram no esquálido contexto.

No imaginário de outrem, naquela mesa fria, sem graça,
de ciúmes e queixas repleta,
esvaecia o propósito, e o sentimento feito rastilho de fumaça
anunciava mais uma desilusão do poeta.

Assim visualizei a cena,
fiz do ponto o contraponto, rezei a reza,
segui o roteiro de certeza plena,
volatizando-me no pingo de suor do Mestre Zeza.


ANDRADE JORGE
Nota do autor: Poesia escrita no 1º Encontro dos Rascunheiros de Campinas, em 10/09/2008.
O Mestre Zeza citado é Zeza Amaral, jornalista, cronista, compositor de Campinas/SP
 
   
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18/09/2018 11:29:39
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Comentado por: ANDRADE JORGEData Cadastro: 18/09/2018 11:29:39


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